Queridos e não tão queridos leitores, meu segundo "post" traz até vocês o documentário filmado e dirigido pelos irlandeses Kim Bartley e Donnacha O’Briain sobre a tentativa de golpe contra o governo do presidente Hugo Chávez, em abril de 2002, na Venezuela. Os dois cineastas estavam na Venezuela desde 2001 realizando um documentário sobre o presidente do país quando puderam registrar passo a passo as armações para a derrubada do comando de Chávez.
O filme mostra a permanente campanha de mentiras promovida pelos meios de comunicação contra o governo de Hugo Chavez, as relações da grande mídia com a elite econômica, militares dissidentes e a articulação dos EUA na manipulação dos fatos.
Acho de fundamental importância que todos os milhares de leitores assistam ao documentário inteiro e que independentemente de serem ou não simpatizantes ao governo "bolivariano" de Chavez sejam solidários ao povo venezuelano e sua luta por um governo eleito de forma democrática e que tenha olhos para as necessidades de todos e não apenas de uma minoria privilegiada.
Segue abaixo o início do documentário que pode ser encontrado inteiro no youtube dividido em 10 partes (parece grande mas não é). Bom, sem mais.
Abraços e VIVA O POVO VENEZUELANO!
domingo, 28 de setembro de 2008
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Lee Morgan
Companheiros e companheiras, o motivo pelo qual crio este blog é para falar um pouco sobre música e quem sabe algumas outras coisas a mais, também tem a finalidade de exercitar a minha escrita já que tenho consciência das minhas limitações nessa área. Pois bem, peço paciência a todos os milhares de leitores quanto aos erros gramaticais e coisas do gênero. É isso aê!
De início escolhi postar sobre um trompetista que tenho escutado muito ultimamente, Lee Morgan. Conheci Morgan e seu som através da banda do lendário baterista Art Blakey e seu grupo, o Jazz Messengers. Dono de um potencial fantástico para tocar baladas, Morgan teve sua carreira e vida interrompida por uma namorada lelé da cuca.
Segue abaixo uma pequenina biografia do rapaz roubada e levemente modificada de algum site de jazz.
Morgan nasceu em 10 de julho de 1938, na Philadelphia, aprendendo através de aulas particulares, e se iniciou profissionalmente com a idade de 15 anos. No verão de 1956 ele se integrou a big band de Dizzie Gillespie, onde tocou até 1958 quando foi para o Jazz Messengers.
Também em 1956, Morgan gravou sua primeira sessão para a Blue Note, “Presenting Lee Morgan”, o primeiro disco entre quase trinta que gravou para este selo. Ele voltou para sua cidade natal em 1961 para trabalhar com o saxofonista Jimmy Heath, entre outros. Lee retornou a New York em 1963 para desenvolver seus projetos de gravação com a Blue Note. Depois de um novo trabalho com Blakey de 1964-65, ele só trabalhou como líder de grupo. Na Blue Note, o maior sucesso de Morgan foi em 1963, com “Sidewinder”, que foi seguido por grandes álbuns como “Search For The New Land”, “Cornbread” e “Delightfulee”. Acrescenta-se ao seu trabalho como líder, a presença de Morgan como sideman em clássicos álbuns de jazz como "Night In Tunisia"(Gillespie), "Moanin"(Blakey), "Blue Trane"(John Coltrane) e "Evolution"(Grachan Moncur).Quando Morgan morreu aos 33 anos e já tinha o seu lugar na história do jazz. Uma namorada de muito tempo, Helen More, o assassinou com um tiro, no palco do “Slug”, um nightclub de New York, no dia 19 de fevereiro de 1972. Depois de cometer essa barbaridade, More deixou o nightclub, voltou para casa e se suicidou com um tiro no coração.
Assistam ao vídeo dos Jazz Messengers tocando "I remember Clifford", música de Benny Golson em homenagem a Clifford Brown, brilhante trompetista que deixou os palcos com apenas 25 anos de idade após morrer em um acidente de carro. Com um boniiiiiiiiitoooooooo solo de Lee Morgan, vale até chorar hein!
De início escolhi postar sobre um trompetista que tenho escutado muito ultimamente, Lee Morgan. Conheci Morgan e seu som através da banda do lendário baterista Art Blakey e seu grupo, o Jazz Messengers. Dono de um potencial fantástico para tocar baladas, Morgan teve sua carreira e vida interrompida por uma namorada lelé da cuca.
Segue abaixo uma pequenina biografia do rapaz roubada e levemente modificada de algum site de jazz.
Morgan nasceu em 10 de julho de 1938, na Philadelphia, aprendendo através de aulas particulares, e se iniciou profissionalmente com a idade de 15 anos. No verão de 1956 ele se integrou a big band de Dizzie Gillespie, onde tocou até 1958 quando foi para o Jazz Messengers.
Também em 1956, Morgan gravou sua primeira sessão para a Blue Note, “Presenting Lee Morgan”, o primeiro disco entre quase trinta que gravou para este selo. Ele voltou para sua cidade natal em 1961 para trabalhar com o saxofonista Jimmy Heath, entre outros. Lee retornou a New York em 1963 para desenvolver seus projetos de gravação com a Blue Note. Depois de um novo trabalho com Blakey de 1964-65, ele só trabalhou como líder de grupo. Na Blue Note, o maior sucesso de Morgan foi em 1963, com “Sidewinder”, que foi seguido por grandes álbuns como “Search For The New Land”, “Cornbread” e “Delightfulee”. Acrescenta-se ao seu trabalho como líder, a presença de Morgan como sideman em clássicos álbuns de jazz como "Night In Tunisia"(Gillespie), "Moanin"(Blakey), "Blue Trane"(John Coltrane) e "Evolution"(Grachan Moncur).Quando Morgan morreu aos 33 anos e já tinha o seu lugar na história do jazz. Uma namorada de muito tempo, Helen More, o assassinou com um tiro, no palco do “Slug”, um nightclub de New York, no dia 19 de fevereiro de 1972. Depois de cometer essa barbaridade, More deixou o nightclub, voltou para casa e se suicidou com um tiro no coração.
Assistam ao vídeo dos Jazz Messengers tocando "I remember Clifford", música de Benny Golson em homenagem a Clifford Brown, brilhante trompetista que deixou os palcos com apenas 25 anos de idade após morrer em um acidente de carro. Com um boniiiiiiiiitoooooooo solo de Lee Morgan, vale até chorar hein!
Assinar:
Comentários (Atom)
